Diversos fatores levam os adolescentes à prática de atividades físicas, mas o professor de educação física não é um deles

14 de maio de 2008

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Do boletim diário da Agência FAPESP:

Por Alex Sander Alcântara

Agência FAPESP – Diversos fatores levam os adolescentes à prática de atividades físicas, mas o professor de educação física não é um deles. A conclusão é de um estudo feito por pesquisadores da Universidade do Porto, em Portugal, da Universidade Federal Fluminense (UFF) e da Fundação Oswaldo Cruz, no Rio de Janeiro.

O estudo de revisão da literatura científica publicado na revista Cadernos de Saúde Pública, no entanto, aponta divergências entre as pesquisas que abordam determinantes demográficos, biológicos, psicológicos e socioculturais da prática de atividades físicas entre adolescentes.

Além disso, o trabalho apontou que a condição socioeconômica elevada e a participação da família influenciaram positivamente a prática de atividades pelo adolescente. O dado mais preocupante foi que o professor de educação física pareceu não representar um fator propiciador da atividade física.

“É importante perceber que um comportamento tão complexo e multifatorial, como é a atividade física, não é explicado por uma única variável, ou por uma teoria interpretativa qualquer. Uma conclusão bem relevante das pesquisas epidemiológicas de natureza analítica é que, da variável total da atividade física, a percentagem atribuída aos fatores determinantes se situa entre os 10% e 30%”, afirmou um dos autores do estudo, André Seabra, professor da Faculdade de Desporto da Universidade do Porto, à Agência FAPESP.

Na revisão foram incluídos apenas estudos efetuados com amostras superiores a cem adolescentes com idades entre dez e 18 anos, que adotaram delineamentos de pesquisa transversal e que utilizaram questionários.

Para a pesquisa dos artigos foram consultadas as bases de dados Medline e SportDiscus, entre 1977 e 2006, utilizando-se as palavras-chave em inglês “physical activity”, “sport participation”, “demographic-biological and social-cultural determinants” e “adolescents”.

De acordo com Seabra, é natural que os resultados encontrados sejam divergentes, mas é preocupante que não haja algum consenso a respeito da influência positiva do professor de educação física na atividade física dos alunos, visto que ele deveria ser um dos principais motivadores nessa relação.

“Não existe outro grupo social que esteja tão bem preparado para prevenir a inatividade física como o dos profissionais de educação física. Esse grupo profissional terá efetivamente, a muito curto prazo, de estar envolvido no desenvolvimento e implementação de estratégias e programas que tenham como principal objetivo o aumento dos níveis de atividade física de crianças e adolescentes”, afirmou.

A disciplina de educação física, que segundo o professor português tem sido historicamente justificada pelos objetivos de caráter físico, social e moral, precisaria englobar em seus programas objetivos da área da saúde pública. “É importante destacar que o principal desafio que se coloca atualmente a esses profissionais é o de conseguir atuar em conjunto com os profissionais da saúde pública”, enfatizou.

Segundo Seabra, a execução do estudo foi difícil devido à diversidade de conceitos e expressões utilizados. Em muitos dos trabalhos epidemiológicos analisados, conceitos como atividade física e prática esportiva eram freqüentemente utilizados como sendo sinônimos quando, na realidade, refletiam estruturas conceituais e operacionais distintas.

“Um outro aspecto não mencionado no texto, mas também considerado, disse respeito à região geográfica em que a investigação foi sido realizada. Como se sabe, tentar extrapolações de resultados provenientes de diferentes regiões é uma tarefa problemática, dado que, realidades históricas, sociais, culturais, políticas, econômicas e climáticas distintas têm influência muito diversa na atividade física”, explicou.

A idade se mostrou um dos determinantes biológicos mais estudados. A grande maioria dos trabalhos concordou que a atividade física é um comportamento que tende a diminuir em ambos os gêneros à medida que a idade aumenta. “No entanto, salientamos a existência de algumas pesquisas, realizadas por exemplo em Portugal, que mostram um aumento dos níveis de atividade física com o aumento da idade”, disse.

Tal pai, tal filho

O estudo também ressalta o fato de que os hábitos de atividade física na família ajudam a influenciar as atividades físicas. Segundo o trabalho, os pais e os pares parecem ser o elemento crítico no desenvolvimento da criança e do jovem em realização ao interesse e à participação nesse tipo de atividade.

“Parece ser evidente, na literatura consultada, que os pais ativos tendem a ter filhos igualmente ativos. Essa influência positiva dos progenitores se verifica por meio da modelação de comportamentos e das oportunidades de participação em atividades físicas e de acesso a equipamentos desportivos”, disse o professor da Universidade do Porto.

O estudo identificou que, na literatura, o aspecto socioeconômico também foi um fator determinante na prática de atividade física. Mas, segundo Seabra, os resultados são pouco consensuais, não permitindo identificar com clareza o sentido e a magnitude dessa associação.

“Tivemos alguns problemas na análise da leitura, uma vez que eram diversas as formas de avaliação do estatuto socioeconômico, como rendimento familiar, formação acadêmica, atividade profissional. Apesar dessas dificuldades, a grande maioria das pesquisas parece mostrar que as crianças e adolescentes de baixa renda tendem a estar em desvantagem na prática de atividade física”, apontou.

O problema principal reside, segundo ele, na hierarquia de cada um dos aspectos estudados. Por conta disso, seria importante identificar e hierarquizar a contribuição que diferentes fatores têm na explicação da atividade física. “Só dessa forma seria possível desenvolver programas de intervenção que contribuíssem para a diminuição dos baixos níveis de atividade física evidenciados entre adolescentes”, disse.

Seabra defende a necessidade de se efetuar um reformulação nos programas de disciplina de educação física, principalmente em relação objetivos e das matérias e conteúdos, de forma a conseguir manter altos níveis de participação, motivação e prazer nas crianças e adolescentes pela prática de atividade física.

“Em uma sociedade em que hábitos e comportamentos dos indivíduos parecem contribuir significativamente para o aumento da epidemia das doenças cardiovasculares e crônicas, existe uma clara razão para orientar parte dos objetivos da disciplina de educação física na área da educação para a saúde e a aquisição conseqüente de estilos de vida mais ativos”, destacou.

Para ler o artigo Determinantes biológicos e sócio-culturais associados à prática de atividade física de adolescentes, de André Seabra e outros, disponível na biblioteca on-line SciELO (Bireme/FAPESP), clique aqui

Fonte: http://www.agencia.fapesp.br/boletim_dentro.php?id=8832

Filed under: Educação Física Escolar

44 Comentários Deixe um comentário

  • 1. marizalva  |  30 de julho de 2008 às 10:13

    certissimo.. a cultura é quem delimita .. ainda estamos sem dar significado as nossas aulas .. é preciso mais determinação e desafio p/ estimular e concientizar nossos alunos

  • 2. thiago cardoso  |  19 de agosto de 2008 às 10:08

    Esto no 2 semestre de E.F. e gostei muito deste boletim, esses estudos me formam a ideia de um professor de E.F. precisa melhorar seu posicionamento perante os alunos de modo que levem eles a serem influenciados de uma boa maneira para as atividades fisicas regulares..

  • 3. Marlon Messias  |  4 de setembro de 2008 às 22:45

    Jogar por Jogar o aluno pode jogar em qualquer lugar, certo que os estudos atuais nos mostra uma Educação Física Escolar sem sentido e sem objetivos relevantes. Se o Professor de Educação Fisica não está influenciando uma prática esportiva ou uma prática de exercícios físicos regulares, isso deve ao sentido e objetivo que o Professor vem apresentando em suas aulas, o número de professores que adotam uma prática, escolar, coerente com uma prática superadora está crescendo e esta prática supeadora é sim dotada de objetivos relevantes direcionados para a superação do atual modelo de sociedade. Como estamos em uma sociedade capitalista falar de superação nem sempre é bem aceito por força do sistema.

  • 4. andre machado ribeiro (du)  |  13 de setembro de 2008 às 12:17

    Discordo parcialmente da análise do estudo em questão; o professor de Educação Física é facilitador e promove na escola situações que favorecem a prática e paralelamente dialogos acerca das atividades físicas, porém, existem conflitos sociais, culturais, políticos, econômicos e climáticos influênciando muito na atividade física. Insisto em destacar que estamos envolvidos diretamente com o Brasil e discutindo um cenário Mundial da Educação Física Escolar, amplo e complexo.

  • 5. Vilma Bulla Vitali  |  14 de setembro de 2008 às 22:08

    Dar um novo significado as aulas é um exercpicio que requer amplas possibilidads de intervenção para superar a dimensão meramente motriz e imprimir umas dimensões históricas,culturais e sociais,cuja idéia ultrapasse a visão que o corpo se restringe ao biologico,ao mensuravel.
    Priorizar o conhcimento sistematizado,como oportunidade para reelaborar idéias e práticas que ampliam compreensão do aluno sobre saberes produzidos pela humanidade e suas implicaçãoes para a vida.

  • 6. andré machado riberio (du)  |  3 de novembro de 2008 às 09:30

    Concordo com Vilma Bulla Vitali
    A Educação Física é uma ciência; não deve ser analisada com mero olhar superficial, é necessário atentar para o olhar histórico, social e cultural. Precisamos ampliar o quadro de professor e reduzir o prazo de permanência dos mesmos no ambiente escolar.
    O professor deve ser considerado, caregado de valores a serem expressos, assim como os alunos não podem ser meras marionetes, é necessário que a Escola seja um espaço propenso ao discurso para o desenvolvimento de pessoas e não um aglomerado de pessoas alienadas.

  • 7. Thalita dos Santos  |  8 de novembro de 2008 às 21:26

    Gostei muito deste artigo !!!!
    Concordo quando nosso colega Marlon diz que o aluno pode jogar por jogar em qualquer lugar.
    Estou no 2º semestre de E.F e acho que devemos mudar esse conceito de que a E.F é só para ir na escola e jogar futebol ou vôlei.
    Entrei nesse site para realizar uma pesquisa e o achei muito interessante, minha sala em peso vai pesquisar aqui.

  • 8. Raylen Ugarte Pessoa  |  10 de novembro de 2008 às 20:51

    Adorei o assunto sobre o esporte ,esporte feito de maneira correta e bem aproveitada pelo aluno me ajuda bastante ,porque cada vez mais tenho certeza que quero ser professora de educaçao fisica

  • 9. Mário  |  13 de novembro de 2008 às 00:27

    professor fiquei muito quando li sobre essa pesquisa, estou me graduando em educaçäo fisica e pessoalmente quero ser ser um incentivador para os meus alunos, obrigado pela informaçäo me abriui os olhos.

  • 10. Herbert da Silva Serrão  |  13 de novembro de 2008 às 20:56

    A Prática de Educação Física, em minha opiniao deve ser encarada como um fator saudável em que o professor tem o papel fundamental de incentivá-la e motivá-la, mostrando que a Educação Física é um fator de extrema importância para o desenvolvimento da criança, adolescentes e adultos. E para isso as famílias dos alunos têm que parar de criticar o professor sobre as mesmices, e ao invés disso interagir, incentivando-o a dar um novo significado as aulas. O ser humano não consegue um bom desenvolvimento em qualquer profissão sem apoio.

  • 11. Adelno FiGUEIRA DE Souza  |  13 de novembro de 2008 às 22:26

    Não podemos analisar de forma ampla que o professor não e um incentivo para a educação física, podemos analisar pelo outro lado que e a falta de estrutura da escola, o recurso de material dos órgãos responsável pela a educação pedagógica da física em seu trabalho. Podemos analisar que também os pais são responsáveis a influir dos seus filhos para uma ampla educação física, agora vendo também pelo outro lado aqueles pais que não fazem nenhum esporte; ai que entra uma boa estrutura pedagógica de educação física na escola ou qualquer recinto que pratica a educação física.

  • 12. Edneide José de Souza Pimenta  |  18 de novembro de 2008 às 22:03

    Na prática de Educação Física, o professor tem que ser modelo perante aos seus alunos, pois só conseguimos o êxito dando exemplos de motivação. Então é necessário que o educador participe ativamente das aulas práticas, observando a habilidade de cada aluno para então descobrir em que tipo de atividade física determinado aluno tem sua maior potencialidade.

  • 13. Fernando  |  27 de novembro de 2008 às 15:03

    Estou no 10º semestre de EDF, este artigo é muito bom…
    A prática da Atividade Física inserida em nossa vida, nos traz diversos benefícios para nossa saúde, devemos como futuros profissionais na área, diversificar as maneiras de trabalhar com nossos educandos, inserir na escola para criar hábitos saudáveis pela vida inteira, também mostrando o quanto a EDF pode trazer para seu bem estar.
    Parabéns pelo Artigo.
    Abçs

  • 14. ANA MARIA  |  4 de dezembro de 2008 às 13:50

    Estou no curso de Educação Fisica da EAD… esse topico é muito bom, e verdadeiro. Quando estudava e praticava Educação Fisica, era raro meu professor praticar com os alunos. Eu sempre o criticava por isso. Quando concluir meu curso espero ser totalmente diferente.

  • 15. Eder Luiz  |  10 de dezembro de 2008 às 02:25

    Quando estudava, tive a oportunidade de praticar Exercícios Físicos nos horários de Educação Física graças a bons professores que davam verdadeira importância para o condicionamento físico dos alunos. Hoje em dia, os Fast-foods e o sedentarismo aliado com a “bola” como unica prática de exercícios físicos na hora da educação física acostuma mal a juventude trazendo conseqüências para a saúde dos jovens. Faltam profissionais qualificados para colocar essa turma na linha!

  • 16. ELIÚDE SANTANA  |  14 de dezembro de 2008 às 02:21

    Estou fazeno o Curso de Educação Física/ Educação a Distância EAD… o artigo traz bastante informação, concordo com os colegas quando falam que a a prática da EF merece ser reconhecida… abraços.

  • 17. jucimara  |  10 de fevereiro de 2009 às 11:19

    descordo sou professora e pratico esporte….

  • 18. Mario alberto da silva  |  21 de abril de 2009 às 08:22

    segundo o meu ponto de vista, e importante que os adlecentes pratiquem as aula de educacao fisica visto que esta fase e a fase critica do inviduo (crescimento e desenvolvimento) e necessario que os poteciemos na medida do seu crescimento para adiquirir habitos e habilidades do desporto porque torna o corpo sa

  • 19. celia vieira  |  28 de abril de 2009 às 13:57

    Descordo.Sou professora, sou praticante e escolhi essa profissão por ser apaixonada por tudo aquilo que envolve a mesma. Portanto o que existe são pessoas frustradas por escolher a profissão errada .

  • 20. Deva Mantovani  |  8 de maio de 2009 às 15:01

    Infelizmente é a mais pura verdade. Vamos mudar, e toda grande mudança surge de pequenas atitudes. Vamos tomar essas atitudes.

  • 21. Ailto Neves Alves  |  9 de maio de 2009 às 04:24

    Gostaria de saber o que esta acontecendo de moderno nas academias , em termos de E F , e a materia é boa e merece a nossa atenção e nos leva a pensar e fortalecer o nosso conhecimento .
    abraços !!

  • 22. Marcos Brandão  |  13 de julho de 2009 às 13:29

    Acreditamos que a Educação Fisica nas Escolas de um modo em geral precisam ser mais levadas a sério…. Não acredito nos beneficios de uma Educação Fisica de Escola Pública com apenas um dia de aula por semana…sem contar nas pessimas condiçoes de materiais…até mesmo de um espaço adequado para essas aulas…Só com condiçoes adequadas e pelo menos 3 dias de aulas praticas é que teriamos um resultado satisfatório da matéria em questão… Valeu Galera um grande abraço…a muito tempo queria dizer isso…

  • 23. danilo  |  30 de julho de 2009 às 10:30

    queridos amantes da educação física! eu achei a resposta pra todas essas duvidas de voces!!!!!!!!!!

    abraço

  • 24. claudia silva  |  8 de outubro de 2009 às 09:22

    Não basta apenas formar atletas que se preocupem apenas com a vitoria mais sim com o prazer de jogar independente dos resultados. Para que isso aconteça temos que demostrar, jogando com eles, já que nos educadores somos um espelho para nossos alunos.

  • 25. pedro allison  |  14 de outubro de 2009 às 12:41

    muito inportante este tema sobre ainfluencia do professor de ed. física; nesta pratica este tem que atravez de sua metodologia se fazer nessesário em suas aulas; motivando e criando situações de socialização .isto é percebido em sua ausencia; acredito que o que leva a essa conclusão gerando este tema é a monotonia das aulas.

  • 26. tatielly  |  25 de novembro de 2009 às 20:18

    Jogar por Jogar o aluno pode jogar em qualquer lugar, certo que os estudos atuais nos mostra uma Educação Física Escolar sem sentido e sem objetivos relevantes. Se o Professor de Educação Fisica não está influenciando uma prática esportiva ou uma prática de exercícios físicos regulares, isso deve ao sentido e objetivo que o Professor vem apresentando em suas aulas, o número de professores que adotam uma prática, escolar, coerente com uma prática superadora está crescendo e esta prática supeadora é sim dotada de objetivos relevantes direcionados para a superação do atual modelo de sociedade. Como estamos em uma sociedade capitalista falar de superação nem sempre é bem aceito por força do sistema. ?
    /isso e muito bom mesmo e pra quem nao gosta fica dificil

  • 27. jean carlos moraes loriato  |  26 de novembro de 2009 às 18:17

    concordo com algumas questões descritas no artigo mas dizer que o professor de E.F tem essa “culpa” pela inatividade dos adolecentes é uma grande mentira, haja vista que nessa fase o adolecente está em comflito com tudo que o cerca e para ele fazer uma aula de E.F na escola é pagar um “mico” perante os colegas , e a grande onda agora é ficar com os bícipes e as coxas grossas nas academias.Portanto para mim é uma questão cultural e social pois são poucos que tem condiçõe financeira pra pagar uma academia e os que tem não estão muito preocupados com saúde e qualidade de vida,mas sim pura e simplismente a estética.

  • 28. Newton Nunes  |  14 de janeiro de 2010 às 15:58

    Ola Amigos.
    Vejam as novidades no site http://www.areadetreino.com.br
    Abraço,
    Newton Nunes.

  • 29. Valdivino  |  18 de janeiro de 2010 às 14:45

    Sem dúvida a educação fisica esta crescendo a cada dia mas, nós profissionais que temos que pegar as redias e mudar essa realidade, não ficar debatendo quem tem a razão, é hora de acorda para a realidade das escolas Brasileiras. Sou formado na área, mas nunca tive a oportunidade de entra em uma sala de aula, não por falta de capacidade mais pelo lado financeiro. Nós profissifionais temos que respeita cada fase do desenvolvimento da criança, construir novas maneiras de ensinar não só criticar, porque temos muitos profissionais que tão o sangue e honra essa maravilhosa profissão. O professor tem que mostra para o aluno que realmente preocupa com ele. Hoje a educação fisica esta cada vez mais mudanda, cabe a nos conseguir vender o nosso peixe não fica sempre repetindo as mesma coisa do pasado, não resumir a aula de educação fisica com uma simples bola no meio da quadra para os alunos se divertirem.

  • 30. Ferdinand Sousa  |  25 de janeiro de 2010 às 20:13

    gostaria, muito de fazer faculdade de educação fisica a distancia em uma faculdade confiavel morro em gov. newton bello-ma se me indicar agradeço muito.

  • 31. claudio brito  |  1 de março de 2010 às 04:12

    Não concordo com o texto exposto. Pois primeiro quem deve dar aula de educação física deve ser apaixonado pelo que faz. Segundo que ao ser assim deve ser incentivador a prática, respeitando as individualidades de cada aluno e proporcionar prazer a quem pratica.Fico indignado ao ver profissionais que ao lerem esses textos acreditem que isso é uma verdade única. O professor deve procurar saber dismestificar os problemas que irão surgir, sem preocurparem com seus empregos e sim em ensinar o que há de melhor nas aulas de educação física. Me entristece ver que as pessoas não conseguem acreditar nelas mesmas lendo artigos como esses.

  • 32. juliana arantes  |  11 de março de 2010 às 09:11

    olá gostei da matéria mas queria um pouco mais se pudessem me enviar poe email, pois estou fazendo um tcc sobre atividade fisica e gestação, obrigado até logo…

  • 33. ana paula da costa guimaraes  |  12 de maio de 2010 às 11:34

    acretido que os ideais teoricos são muito interessantes, porem na realidade nós educadores físicos sabemos da realidade da nossa profissão, escolas sem quadras, sem materiais, sem apoio pedagogico especifico para esse profissional, e alunos desmotivados. realmente não sei o que será do nosso futuro.

  • 34. Leandro  |  20 de maio de 2010 às 09:29

    É meio lógico o resultado da pesquisa se contarmos que a maior parte da população estuda em escolas públicas e que os professores de educação física muitas vezes se resumem a entregar uma bola para os alunos e simplesmente esquece-los no campo.

    Confira os Cursos online de educação física do Instituto Phorte Educação

  • 35. Orias brito  |  20 de outubro de 2010 às 13:12

    Descodo,por parte,tem professores de educação fisica que não são interresados,assim como tem alunos dessenterresados.

  • 36. kenia bastos  |  28 de outubro de 2010 às 10:47

    eu acho que e uma aula boa e importante a resistencia dos nossos musculos e importante praticar esportes.

  • 37. ribeiro  |  3 de novembro de 2010 às 18:19

    O problema é que os professores de educação física joga a bola na quadra e deixa os alunos a vontade só batendo pelada e vai passear.

  • 38. Patrícia  |  18 de novembro de 2010 às 21:43

    Esta explicado o porquê do professor não entrar em sala de aula.
    Ler muito, se atualizar, procurar desenvolver um vocabulário rico em palavras. São um dos bjetivos do professor diante de uma sociedade desenvolvida como a nossa, esta certo que vendo só por um lado.
    Estou cansada de sentar em reuniões com diretores, coordenadores e professores para escutar colegas resumirem um parágrafo em dez gírias e outras palavras chucras sem sentido. Um dos fatores relevantes apesar de acharem de pouca importancia é a despreocupação do professor em estudar, pelo menos a nossa língua.
    Para ajudar a acabar com esse descredito da Educação Física diante dos dirigentes da escola, o profissional deve mostrar pelo menos falar português e estar atualizado diante das novas tendências pedagógicas para o futuro e assim poder argumentar no mesmo nível os objetivos de qualquer proposta que seja objetivo da equipe de Educação Física da empresa a que se trabalha. Vamos estudar minha gente! O mercado de trabalho esta concorrido. Temos uma nova geração que vem para arrebentar a boca do balão!

  • 39. Patrícia  |  18 de novembro de 2010 às 22:04

    Voltando ao assunto a que se refere o texto, depois de um desabafo, ando percebendo que a maioria das escolas não esta acompanhando o rítmo de desenvolvimento da sociedade e das novidades dentro da educação física de modo geral, os alunos nos cobram por novidades que as vezes não dependem só de nós para acontecerem, idéias nós temos, nos falta oportunidade de desenvolvermos. Trabalho em uma escola de classe média-alta a mais de 10 anos, já inventei de tudo, e mesmo assim os alunos querem mais. Ainda bem que percebe-se que dentro da escola a Ed. Fís, ainda é a aula mais esperada da semana.
    Sabe o que eles querem: parede de escalada, cama elástica, aparelhos de músculação, entre outros. Ainda bem que temos aqueles doentes por jogos e uma boa queimada maluca basta!

  • 40. Prof° Alan Moura  |  21 de fevereiro de 2011 às 17:09

    A Educação Física precisa sair da bola de futebol e queimado para formação de cidadãos critico-politico, promovendo saúde atraves das aulas teóricas, quando muitas das vezes são ignoradas por alguns “professores” que não esta nem um pouco preocupado interessado com o futuro destes alunos.

  • 41. carolina  |  7 de março de 2011 às 22:37

    nao entendi nada mas quero saber para que serve a educaçao fisica?

  • 42. Fábio de Freitas  |  10 de junho de 2011 às 15:20

    ola tudo bem, eu sou o Fábio de Freitas, tenho 40 anos de idade tenho o ensino Medio completo estado civil solteiro sou Prof. de Artes Marciais desde 1994 formado por algumas entidade do estado de São Paulo tambem sou Atleta profissional tenho varios titulos desde do amador até profissional do regional até Mundial tenho historico aqui das entidade filiada estilo boxe, Full-Contact,Muay Thai e Kick-Boxing e Briga de galo ok… então gostaria de saber se tem curso de educação fisica porque gostaria de prestar concurso publico e montar uma escolinha dentro da prefeitura ok… eu moro em Itatiba-sp proximo a Jundiai e dou aulas na academia de lá tambem ok… então gostaria de saber mais como faço quanto é ,quanto tempo levar pra concluir e se é valido pra concurso ok… agradeço atenção firmando-me cordialmente aguardo a resposta .

  • 43. Alexandra Leite  |  21 de setembro de 2011 às 10:09

    Defendo a Educação Física como uma disciplinas das mais significativas no Currículo escolar, pois seus conteú dos quando bem conduzidos, permitem um leque de situações que permeiam o universo humano, indo alem do gesto motor, trazendo assim reflexões socias, políticas, ambientais, culturais que a longo prazo são percebidas nos educandos e traduzidas em comportamentos, atitudes e valores éticos . Entendo, assim que é esta a função do profissional de Educação Física, propiciar atraves do movimento uma consciência crítica sobre ele, movimento e o mundo.

  • 44. Rosa  |  30 de novembro de 2011 às 17:32

    OLA SOU ESTUDANTE DE EDUCAÇAO FISICA E GOSTARIA DE RECEBER TUDO SOBRE MINHA AREA!!!!!!!
    SEM MAIS NADA A DIZER MUITO OBRIGADO
    PELA ATENÇÃO

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