A famosa marca de skates Santa Cruz está com uma linha de longboards inspirada nos desenhos dos Simpsons, como Bart, Homer e a cerveja Duff.
Veja alguns modelos:
Veja o vídeo abaixo do skate original de Bart Simpson:
O Vila Souza Atlético Clube, convida a todos a participarem do I SHOTYUGUEIKO, que será realizado entre os dias 14 e 18 de janeiro de 2009. Este evento tem a finalidade de intensificar os treinamentos dos atletas e proporcionar aprimoramento do nível técnico e tático dos participantes.
Local: Guarujá – SP
PROGRAMAÇÃO:
14/01/2009 (QUARTA-FEIRA) a partir das 18h chegada dos atletas.
15/01/2009 (QUINTA-FEIRA) início das atividades.
18/01/2009 (DOMINGO) encerramento das atividades e confraternização.
PROGRAMAÇÃO DIÁRIA
• 06:00h – BOM DIA
• 06:30h – TREINAMENTO DE CAMPO( PREPARAÇÃO FÍSICA)
• 08:00h – CAFÉ DA MANHÃ
• 10:00h – TREINAMENTO TÉCNICO (UTIKOMI,VIDEOS,PALESTRAS)
• 12:00h – ALMOÇO
• 16:00h – TREINAMENTO
• 19:00h – JANTAR
• 20:00h AS 22:00h – RECREAÇÃO NA PISCINA/QUADRA E/ OU PASSEIOS NA CIDADE
PARTICIPAÇÕES ESPECIAIS (TREINAMENTO DE CAMPO)
-AURÉLIO MIGUEL – CAMPEÃO OLIMPICO EM SEOUL 1988 (A CONFIRMAR).
-ROGÉRIO SAMPAIO – CAMPEÃO OLIMPICO BARCELONA 1992
-ALEXSANDER GUEDES – CAMPEÃO MUNDIAL DAS FORÇAS ARMADAS
-LEANDRO GONÇALVES – (JACARÉ) SELEÇÃO SUB 23
-THIAGO CLEMENTE – GINÁSTICA FUNCIONAL (VOLTADA PARA PRATICANTES DE ARTES MARCIAIS).
-JULIANA DIAS BELLO – HIDROGISNÁTICA- ATIVIDADES RECREATIVAS E TÉCNICAS DE RELAXAMENTO.
PODERÃO PARTICIPAR
JUDOCAS COM IDADE A PARTIR DE 12 ANOS – MASC/FEM
*OBS – OS JUDOCAS COM IDADE DE 12 A 14 ANOS PARTICIPARÃO
DE TREINAMENTOS ESPECIFICOS PARA A CATEGORIA, SEPARADAMENTE DOS DEMAIS.
MATERIAL NECESSÁRIO PARA PARTICIPAÇÃO
• 2 KIMONOS
• TÊNIS E CHINELO
• ROUPA ADEQUADA PARA CORRIDA E PISCINA
• ROUPA DE CAMA E OBJETOS DE USO PESSOAL
• PROTETOR SOLAR
DIVULGAÇÃO E FICHA DE INSCRIÇÃO
Pelos sites www.judobrasil.com.br ou www.mundoeducacaofisica.com e através dos emails: eloyjudo@ig.com.br ou gbellojudo@gmail.com
Maiores informações tel : (13) 9723-8008 ou (13) 9748-3007.
AS INSCRIÇÕES PODERÃO SER FEITAS ATÉ DIA 07 /01/09 (QUARTA-FEIRA).
FORMAS DE PAGAMENTO
VALOR DE R$ 250,00 PODENDO SER PAGO EM DUAS PARCELAS 1º PARCELA ATÉ 20/12/2008 E A SEGUNDA ATÉ 07/01/2009. ATRAVÉS DE DEPÓSITO BANCÁRIO EM NOME DE LEANDRO GRANDE DIAS BELLO, NO BANCO BRADESCO EM CONTA POUPANÇA NÚMERO 133-3, AGÊNCIA 2758-8. APÓS PAGAMENTO ENVIAR COMPROVANTE JUNTAMENTE COM O ANEXO “I” VIA FAX (13) 3355-7111
OBS: CASO O PARTICIPANTE DESISTA DO EVENTO NÃO HAVERÁ RESTITUIÇÃO DOS VALORES PAGOS.
NÚMERO DE VAGAS
AS VAGAS SERÃO LIMITADAS AO NUMERO DE 50 PARTICIPANTES.
A partir de 02/06 estarão abertas as inscrições para a oficina ‘Idéia Radical’, junto com a Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo, através da Oficina Regional Cultural Pagu em parceria com o Instituto Ocanoa e o Projeto Canoa
Local das inscrições:
Praça dos Andradas – s/nº – Centro – Santos/SP – CEP 11010-100
Telefones: (13) 3219-7456 / 3219-2036
e-mail: pagu@assaoc.org.br
Funcionamento: segunda a sexta-feira – 9h às 22h; sábados e domingos – 10h às 18h
Evolution Skateboards – Shopping Miramar Piso L2 loja 96 Santos/SP
tel: (13) 3289 1443 – 10 às 22hs
Dirty Joy – R. Marcílio Dias, 40 box 41 Gonzaga Santos/SP – 12 às 20hs
A oficina será gratuita.
OFICINA DE HISTÓRIA E PRÁTICA DO SKATE – 20 vagas
Coordenação: Vanessa Mandaj Vallente
05 à 27 de Julho – sábados e domingos – 9h às 12hs
Público-alvo: iniciantes na área
Faixa etária: a partir de 15 anos
Seleção: primeiros inscritos
Inscrições: 02/06 à 04/07
Atividades como:
Fotografia, clínica de street, construção de obstáculos…
Participação:
Léo Santos, Mansur, Kléber Luiz de Paula, Vicente Lapa, Danilo Alves entre outros
Agência FAPESP – Diversos fatores levam os adolescentes à prática de atividades físicas, mas o professor de educação física não é um deles. A conclusão é de um estudo feito por pesquisadores da Universidade do Porto, em Portugal, da Universidade Federal Fluminense (UFF) e da Fundação Oswaldo Cruz, no Rio de Janeiro.
O estudo de revisão da literatura científica publicado na revista Cadernos de Saúde Pública, no entanto, aponta divergências entre as pesquisas que abordam determinantes demográficos, biológicos, psicológicos e socioculturais da prática de atividades físicas entre adolescentes.
Além disso, o trabalho apontou que a condição socioeconômica elevada e a participação da família influenciaram positivamente a prática de atividades pelo adolescente. O dado mais preocupante foi que o professor de educação física pareceu não representar um fator propiciador da atividade física.
“É importante perceber que um comportamento tão complexo e multifatorial, como é a atividade física, não é explicado por uma única variável, ou por uma teoria interpretativa qualquer. Uma conclusão bem relevante das pesquisas epidemiológicas de natureza analítica é que, da variável total da atividade física, a percentagem atribuída aos fatores determinantes se situa entre os 10% e 30%”, afirmou um dos autores do estudo, André Seabra, professor da Faculdade de Desporto da Universidade do Porto, à Agência FAPESP.
Na revisão foram incluídos apenas estudos efetuados com amostras superiores a cem adolescentes com idades entre dez e 18 anos, que adotaram delineamentos de pesquisa transversal e que utilizaram questionários.
Para a pesquisa dos artigos foram consultadas as bases de dados Medline e SportDiscus, entre 1977 e 2006, utilizando-se as palavras-chave em inglês “physical activity”, “sport participation”, “demographic-biological and social-cultural determinants” e “adolescents”.
De acordo com Seabra, é natural que os resultados encontrados sejam divergentes, mas é preocupante que não haja algum consenso a respeito da influência positiva do professor de educação física na atividade física dos alunos, visto que ele deveria ser um dos principais motivadores nessa relação.
“Não existe outro grupo social que esteja tão bem preparado para prevenir a inatividade física como o dos profissionais de educação física. Esse grupo profissional terá efetivamente, a muito curto prazo, de estar envolvido no desenvolvimento e implementação de estratégias e programas que tenham como principal objetivo o aumento dos níveis de atividade física de crianças e adolescentes”, afirmou.
A disciplina de educação física, que segundo o professor português tem sido historicamente justificada pelos objetivos de caráter físico, social e moral, precisaria englobar em seus programas objetivos da área da saúde pública. “É importante destacar que o principal desafio que se coloca atualmente a esses profissionais é o de conseguir atuar em conjunto com os profissionais da saúde pública”, enfatizou.
Segundo Seabra, a execução do estudo foi difícil devido à diversidade de conceitos e expressões utilizados. Em muitos dos trabalhos epidemiológicos analisados, conceitos como atividade física e prática esportiva eram freqüentemente utilizados como sendo sinônimos quando, na realidade, refletiam estruturas conceituais e operacionais distintas.
“Um outro aspecto não mencionado no texto, mas também considerado, disse respeito à região geográfica em que a investigação foi sido realizada. Como se sabe, tentar extrapolações de resultados provenientes de diferentes regiões é uma tarefa problemática, dado que, realidades históricas, sociais, culturais, políticas, econômicas e climáticas distintas têm influência muito diversa na atividade física”, explicou.
A idade se mostrou um dos determinantes biológicos mais estudados. A grande maioria dos trabalhos concordou que a atividade física é um comportamento que tende a diminuir em ambos os gêneros à medida que a idade aumenta. “No entanto, salientamos a existência de algumas pesquisas, realizadas por exemplo em Portugal, que mostram um aumento dos níveis de atividade física com o aumento da idade”, disse.
Tal pai, tal filho
O estudo também ressalta o fato de que os hábitos de atividade física na família ajudam a influenciar as atividades físicas. Segundo o trabalho, os pais e os pares parecem ser o elemento crítico no desenvolvimento da criança e do jovem em realização ao interesse e à participação nesse tipo de atividade.
“Parece ser evidente, na literatura consultada, que os pais ativos tendem a ter filhos igualmente ativos. Essa influência positiva dos progenitores se verifica por meio da modelação de comportamentos e das oportunidades de participação em atividades físicas e de acesso a equipamentos desportivos”, disse o professor da Universidade do Porto.
O estudo identificou que, na literatura, o aspecto socioeconômico também foi um fator determinante na prática de atividade física. Mas, segundo Seabra, os resultados são pouco consensuais, não permitindo identificar com clareza o sentido e a magnitude dessa associação.
“Tivemos alguns problemas na análise da leitura, uma vez que eram diversas as formas de avaliação do estatuto socioeconômico, como rendimento familiar, formação acadêmica, atividade profissional. Apesar dessas dificuldades, a grande maioria das pesquisas parece mostrar que as crianças e adolescentes de baixa renda tendem a estar em desvantagem na prática de atividade física”, apontou.
O problema principal reside, segundo ele, na hierarquia de cada um dos aspectos estudados. Por conta disso, seria importante identificar e hierarquizar a contribuição que diferentes fatores têm na explicação da atividade física. “Só dessa forma seria possível desenvolver programas de intervenção que contribuíssem para a diminuição dos baixos níveis de atividade física evidenciados entre adolescentes”, disse.
Seabra defende a necessidade de se efetuar um reformulação nos programas de disciplina de educação física, principalmente em relação objetivos e das matérias e conteúdos, de forma a conseguir manter altos níveis de participação, motivação e prazer nas crianças e adolescentes pela prática de atividade física.
“Em uma sociedade em que hábitos e comportamentos dos indivíduos parecem contribuir significativamente para o aumento da epidemia das doenças cardiovasculares e crônicas, existe uma clara razão para orientar parte dos objetivos da disciplina de educação física na área da educação para a saúde e a aquisição conseqüente de estilos de vida mais ativos”, destacou.
Para ler o artigo Determinantes biológicos e sócio-culturais associados à prática de atividade física de adolescentes, de André Seabra e outros, disponível na biblioteca on-line SciELO (Bireme/FAPESP), clique aqui
Neste número do boletim técnico-científico do COB o tema central é sobre treinamento de alto rendimento em ambientes quentes e úmidos, abordando os mecanismos fisiológicos de dissipação de calor do organismo em exercício.
Adidas e Samsung se uniram para produzir o miCoach (celular + tênis + monitor cardíaco) que ajuda os usuários a manterem a forma física. Através do celular que é capaz de se comunicar com o tênis do usuário – que possui um sensor na palmilha – e com um leitor de ritmo cardíaco, o usuário poderá acompanhar a performance durante as atividades físicas. Pode-se acompanhar todos os detalhes da sua corrida como tempo, distância percorrida, velocidade e calorias gastas pela tela LCD de 2 polegadas do celular.
Esse celular surgiu para concorrer com a Nike / Ipod que já vem sendo fabricado há algum tempo.
O projeto da TV VIRTUAL FIEP foi lançado no dia 12 de janeiro de 2008, na abertura do Congresso Mundial de Educação Física da FIEP, com a transmissão da abertura do evento ao vivo pela internet, sendo esta a primeira transmissão ao vivo da tv virtual.
Com o apoio da FIEP do Brasil e Casa da Educação Física – FIEP e sob organização da Elementus Comunicação e Marketing, a TV VIRTUAL FIEP será um portal de conteúdo em formato vídeo, desenvolvido com alta qualidade tanto de conteúdo quanto de produção, com as temáticas na área do esporte e da educação física.
Um dos principais atrativos do projeto é a interatividade proposta pela organização do projeto que possibilita ao usuário participar do site enviando comentários, escolhendo os seus vídeos favoritos, e principalmente participando ao vivo das transmissões e votando na escolha de temas a serem debatidos na TV VIRTUAL FIEP.
A coordenação atual do projeto está sob responsabilidade da FIEP Brasil, que determinará eventos à serem transmitidos, e fará as decisões administrativas do mesmo.
Com formato e características de um jornal de verdade, projeto gráfico agradável ao aluno e voltado para facilitar o aprendizado. Assim é o Jornal do Aluno “São Paulo faz escola” edição especial da proposta curricular, que traz as atividades para as primeiras seis semanas de aulas de 2008.
As escolas receberão quatro tipos de jornal, com atividades para as disciplinas curriculares: um para as 5ª e 6ª séries do EF; um para as 7ª e 8ª séries do EF; um para a 1ª série do EM e um para as 2ª e 3ª séries do EM.
Arquivos em formato PDF: (infelizmente os arquivos não estão mais disponíveis no site Rede do Saber)
A constatação é do professor Célio José Borges, coordenador do II Fórum de Educação Física Escolar que aconteceu nos dias 13 e 14 de janeiro em Foz do Iguaçu no Paraná.
Gustavo Heidrich
É precária a situação da Educação Física Escolar – no Brasil e em outros países da América do Sul, como a Argentina. Falta de planejamento e direcionamento específico para as necessidades de cada série e etapa de aprendizagem, carência de material básico, de infra-estrutura e de um programa de atualização dos professores – um cenário bem parecido com o da década de 1960 em que a disciplina não era considerada essencial para a formação dos alunos. Há profissionais mal preparados e acomodados e turmas lotadas. É esse o diagnóstico alarmante da Educação Física Escolar (EFE) brasileira feita pelo II Fórum de Educação Física Escolar que aconteceu nesta semana em Foz do Iguaçu no Paraná.
A EFE é um direito de todos os quase 53 milhões de estudantes matriculados na Educação Básica (Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio) no Brasil, segundo dados do Educacenso de 2007 do Ministério da Educação (MEC), divulgados no último dia 10. De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases (LDB), de 1996, os estudantes têm o direito a ter aulas de Educação Física na grade curricular como um componente da “proposta pedagógica das escolas”. “Mas infelizmente esse direito dos estudantes tem sido desrespeitado”, acredita o professor Célio José Borges, da Universidade Federal de Rondônia e coordenador do fórum. Segundo ele, a Educação Física Escolar (EFE) não é debatida com seriedade desde a década de 1980 e acabou sendo deixada de lado no planejamento pedagógico das escolas.
Com a experiência de 28 anos na área, foi do professor a iniciativa da criação de um fórum para discutir soluções para o ensino da Educação Física dentro do Congresso Mundial de Educação Física, que acontece anualmente em Foz do Iguaçu no Paraná desde 1985. A primeira edição do debate aconteceu em 2007. “Tivemos uma participação bastante significativa. O encontro gerou uma carta de intenções e caminhos para a Educação Física Escolar”, conta o coordenador. As discussões chamaram a atenção de especialistas e educadores de outros países e na edição deste ano o fórum passou a incorporar debates sobre EFE no âmbito do Mercosul. “Recebemos esse ano palestrantes de cinco continentes. Não é só no Brasil que a Educação Física Escolar vai mal, nossos vizinhos argentinos, por exemplo, enfrentam os mesmos problemas”, acredita Borges.
Soluções – Transformar a escola em um centro de excelência esportiva, de prevenção da obesidade e doenças e criar o hábito nos estudantes da prática regular de exercícios são os principais objetivos de uma EFE de qualidade, de acordo com o professor Célio Borges. “Como está hoje, a Educação Física Escolar se resume, muitas vezes, a dar uma bola para as crianças jogarem. Falta pedagogia e o processo é excludente, deixando de lado aqueles que têm dificuldades físicas e psicológicas de integração. A EFE tem um potencial incrível, que tem sido desperdiçado, de ser uma parceira no processo cognitivo de crianças de todas as idades”, avalia o professor.
Para conseguir atingir esses objetivos, Borges acredita ser necessário investimentos significativos em infra-estrutura e formação de professores, além de rever a alocação de recursos para a Educação Física pelas secretarias, prefeituras e escolas. “Precisamos discutir desde temas estruturais como a carga horária das aulas de EFE dentro do currículo escolar, que tem sido desrespeitada, bem como questões metodológicas, como o retorno dos exames médicos e biométricos para acompanhar o desenvolvimento dos alunos”, sugere o professor. Para ele não adianta investir no esporte escolar sem pensar na Educação Física. “Muitos investimentos acabam indo na direção errada, estimulando um tipo de atividade física na escola que tem caráter competitivo e não formador. Se tivermos uma EFE fortalecida, o desenvolvimento do esporte na escola será uma conseqüência natural”, acredita.
Ações – Para o fórum de 2009, que deve acontecer na segunda quinzena de janeiro, a perspectiva é de que as discussões comecem a se tornar realidade por meio de ações junto a Conselho Federal de Educação Física e o MEC. “Um dos nossos desafios é mensurar numericamente a situação da EFE no Brasil e fazer com que os debates do fórum sejam aplicados regionalmente por meio de boas políticas públicas. 2009 será, oficialmente, o ano da Educação Física Escolar pela Federação Internacional de Educação Física. Esperamos que seja um ano para começarmos a tirar o Brasil da defasagem em que se encontra”, espera o professor Borges.
O Sport Information Resource Centre (SIRC) situado no Canadá e que tem em seu acervo mais de 290.000 artigos sobre treinamento, medicina esportiva, ciências do esporte, saúde e bem-estar divulgou os 10 mais requisitados no ano de 2007: